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Investir na Paz – Para todos, em todos os lugares, todos os dias

Por Lucas Bastos Pinheiro  O Dia Internacional da Paz propõe uma reflexão sobre prevenção de conflitos, cooperação internacional e as condições necessárias para construir sociedades mais seguras. Existem palavras que parecem simples até tentarmos explicar o que realmente significam. Paz

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Cultura, experiência e percepção: o que o setor cultural pode aprender com o Cliente Oculto

Nos últimos anos, o setor cultural tem assumido um papel cada vez mais relevante na economia, no turismo e na vida das cidades. Museus, centros culturais, exposições, festivais, espetáculos e projetos de patrimônio deixaram de ser vistos apenas como espaços de acesso ao conhecimento e passaram a integrar uma cadeia econômica capaz de movimentar empregos, atrair visitantes e fortalecer identidades locais.

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A conta que não fecha: por que não existe igualdade de gênero sem enfrentar o racismo

A conta que não fecha: por que não existe igualdade de gênero sem enfrentar o racismo

Em 1992, mais de 300 mulheres da América Latina e do Caribe se reuniram em Santo Domingo, na República Dominicana, no 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, para denunciar as opressões que atravessavam suas vidas (racismo, machismo, desigualdade estrutural) e articular uma resposta coletiva. Do encontro nasceu a Rede de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas e, com reconhecimento posterior da ONU, o 25 de julho tornou-se o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. 

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Muito além do laboratório

Muito além do laboratório

É comum, ao pensar em ciência, imaginar laboratórios, pesquisadores de jaleco e grandes descobertas que mudaram o rumo da humanidade. E, de fato, essa imagem remete ao rigor técnico e ao conhecimento acadêmico. Entretanto, há uma dimensão da produção científica que se manifesta muito antes de um experimento começar. 

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Orgulho LGBTQIA+: Por que a representatividade é a chave para reduzir desigualdades?

Orgulho LGBTQIA+: Por que a representatividade é a chave para reduzir desigualdades?

Em 28 de junho de 1969, a polícia invadiu o bar Stonewall Inn, em Nova York, numa batida rotineira contra a clientela LGBTQIA+ do local. Dessa vez, a comunidade resistiu, e os confrontos que se seguiram deram origem, um ano depois, às primeiras Paradas do Orgulho. Desde então, a data tornou-se símbolo de luta por reconhecimento, mas também lembrete de que direitos básicos ainda estão em disputa em boa parte do mundo, Brasil incluído. 

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A Humanidade em Movimento

A Humanidade em Movimento

Antes das bandeiras, antes dos mapas, antes das fronteiras desenhadas pelos homens e reconhecidas pelos Estados, existia o caminho. E sobre o caminho existia o ser humano. A humanidade nasceu em movimento. Os primeiros homens caminharam pela terra guiados pelas estrelas, pelos rios, pelas estações e pela esperança silenciosa de encontrar sobrevivência, abrigo e futuro. Durante milênios, o homem foi nômade não apenas por necessidade, mas porque o movimento faz parte da própria condição humana. Foi caminhando que a humanidade descobriu continentes, construiu civilizações, encontrou novas culturas e reinventou a si mesma inúmeras vezes ao longo da história. Mais tarde, surgiram as cidades, os reinos, os Estados nacionais e as fronteiras. O homem passou a fincar raízes, a construir pertencimentos e a chamar determinados lugares de lar. Ainda assim, mesmo diante das muralhas, dos documentos e das divisões políticas, o ser humano jamais deixou de se mover. Porque existe algo profundamente humano no ato de partir, atravessar e recomeçar. A imigração, portanto, não deve ser vista como uma ruptura da ordem natural do mundo, mas como uma continuação da própria história da humanidade, uma história escrita pelos passos daqueles que, desde os tempos mais antigos, seguiram adiante em busca de vida, dignidade e esperança.

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