OFICINA BRINCADEIRAS E HISTÓRIAS QUE GUARDAM MEMÓRIAS

 

No dia 26 de outubro de 2024, acontecerá a oficina Brincadeiras e Histórias que Guardam Memórias, conduzida pelo Coletivo Cafuzas, com o objetivo de partilhar com as crianças e suas famílias práticas e histórias ligadas às culturas africanas, indígenas e afro-brasileiras. Rosana Borges Silva e Aline Oliveira propõem uma vivência enriquecedora, focada nas tradições culturais africanas e afro-brasileiras, por meio da troca de narrativas e da prática de jogos tradicionais, criando um espaço de aprendizado lúdico e interativo.

Com a mediação de leituras de livros que exploram essas temáticas, além da transmissão dos saberes ancestrais de mulheres guardiãs, preservados e passados de geração em geração, a atividade promove um diálogo entre duas formas de transmissão de conhecimento: a tradição oral e a cultura escrita.

Confira a seleção de jogos tradicionais que serão explorados:

  • Jogo Africano “Mbube Mbube” (Gana)

Neste jogo, “Mbube” significa leão em zulu. Os participantes formam um círculo e dois jogadores vão ao centro, um representando o leão e o outro o impala, ambos com os olhos vendados. A roda guia os jogadores cantando “mbube” mais rápido quando estão perto e mais devagar quando distantes. O objetivo do leão é capturar o impala, enquanto o impala tenta escapar.

  • Jogo Africano “Ndulendule” (República da África do Sul)

Os jogadores sentam no chão com as pernas esticadas. Uma pessoa circula cantando “ndulendule” e toca nas pernas dos outros jogadores. Quando tocados, eles devem levantar as pernas e sustentá-las no ar o máximo de tempo possível.

  • Jogo Africano “Meu Querido Bebê” (Nigéria)

Um jogador sai da roda enquanto os outros escolhem alguém para ser o “bebê”, que deitará no chão cercado por uma corda de tecido. O jogador que saiu deve voltar e adivinhar quem é o “bebê” dentro da roda.

  • Jogo Africano “Terra-Mar” (Moçambique)

Uma corda de tecido é posicionada no chão, representando a divisão entre terra e mar. Os jogadores começam na “terra” e, ao ouvirem “mar”, precisam pular para o outro lado. Quem errar ou pular por último, perde, e o último jogador a errar vence.

 

Horário: 14h30

Classificação indicativa: Livre (crianças acompanhadas dos pais)

Gratuito

Vagas limitadas

 

 

O Coletivo Cafuzas é formado por:

Rosana Borges Silva é atriz formada pelo Teatro Escola Macunaíma (2008) e narradora de histórias formada no Curso Básico de formação para contadores de histórias na biblioteca Hans Christian Andersen, ministrado por Ana Luísa Lacombe, Kelly Orasi e Simone Grande (2009). Atualmente, cursa Psicologia na Universidade Unipaulistana. Como atriz-criadora, participou do núcleo de pesquisa teatral dirigido por Juliana Sanches, do grupo XIX de Teatro, que resultou no espetáculo “América Vizinha”, contemplado pelo Proac. Foi contemplada na segunda edição do Programa Agente Comunitário de Cultura com o projeto “Histórias mediando encontros em Itaquera”.

 

Aline Oliveira é professora (graduada em Letras e pós-graduada em Educação), escritora, contadora de histórias e percussionista no Bloco Afro Ilú Obá de Min. Atua na Educação Básica formal desde 2015. É uma das 20 escritoras negras integrantes da Coletânea Raízes – resistência histórica, com textos publicados em mais duas coletâneas: Sarau das Minas – faço da minha voz a minha arma e Nosso afeto é potência – mulheres do agogô tecendo histórias.

 

 

O pilar Educativo e Transversalidades foi criado para oferecer oportunidades de aprendizado que promovam o respeito e a valorização da diversidade cultural, e estimulem a curiosidade e o pensamento crítico sobre as coisas e o mundo.

Programação

  • 26 de outubro de 2024
    14h30 às 15h30

Local

R. Oscar Freire, 2500 - Sumaré São Paulo, SP 05409-012

Telefone

11 3065-4333

em 25 de março, 29 de abril, 27 de maio, 30 de junho

confira as sessões

Entre Nós, Um Livro – Com “As Pequenas Chances”, de Natalia Timerman

de 12 de abril das 10h00 até 31 de maio às 18h00

Exposição 6 + 6 = 18

de 02 de maio à 03 de maio

confira as sessões

6º Festival de Arte Analógica São Paulo - Kairos "Como se faz Analógica?"

de 02 de maio das 12h00 até 10 de maio às 19h00

Exposição Persistência do que Desaparece de Constanza Gazmuri Lyon

de 02 de maio das 12h00 até 10 de maio às 19h00

Exposição “Poética Para o Tempo Vivido” com fotografias de Moyra Madeira, Irene Almeida e Jorge Ramos

07 de maio às 19h00

Download SXSW 2026

09 de maio às 11h00

Lançamento do Livro Renascimento Hormonal com Dra. Ana Luísa Vilela

de 16 de maio à 17 de maio

confira as sessões

6ª Feira Gosto.sa