
A conta que não fecha: por que não existe igualdade de gênero sem enfrentar o racismo
Em 1992, mais de 300 mulheres da América Latina e do Caribe se reuniram em Santo Domingo, na República Dominicana, no 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, para denunciar as opressões que atravessavam suas vidas (racismo, machismo, desigualdade estrutural) e articular uma resposta coletiva. Do encontro nasceu a Rede de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas e, com reconhecimento posterior da ONU, o 25 de julho tornou-se o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.



