
No dia 16 de novembro acontece um bate-papo entre o editor Paulo Werneck e o escritor Ignácio de Loyola Brandão, sobre o conjunto de sua obra e o estilo de sua escrita. O encontro, organizado em parceria com a Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU) e a Universidade do Livro (UNIL), promete lançar luz sobre a vasta e influente obra de Loyola Brandão, proporcionando uma oportunidade única para os espectadores explorarem as camadas profundas de suas narrativas e entenderem melhor a complexa interseção entre literatura e sociedade.
A obra de Ignácio de Loyola Brandão desempenha um papel crucial na literatura brasileira contemporânea e na cultura nacional como um todo. Suas palavras são um espelho das transformações sociais, políticas e culturais que o Brasil experimentou ao longo das décadas. Sua escrita envolvente e provocativa transcende o tempo e continua a inspirar leitores e escritores, ressaltando a importância de sua contribuição para o patrimônio literário brasileiro.
Paulo Werneck, por sua vez, é um editor brasileiro amplamente respeitado, agente fundamental na promoção de autores talentosos e na publicação de obras significativas.
O evento é uma celebração da literatura e da cultura, e promete cativar todos os entusiastas da escrita e da reflexão literária.
Ignácio de Loyola Brandão pertence às Academias Brasileira e Paulista de Letras. É Doutor Honoris Causa pela UNESP Araraquara. Tem 50 livros publicados, entre romances, contos, crônicas, viagens, biografias, infantis. Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, 2016, como Mestre da Narrativa. Ganhou cinco Jabutis, sendo um de ouro, como Melhor Livro do ano em 2018. Tem livros traduzidos para o inglês, alemão, italiano, espanhol, tcheco, húngaro e sul coreano. No momento trabalha na adaptação para o cinema de seu romance “Dentes Ao Sol”.
Paulo Werneck é editor de livros, jornalista e tradutor literário. Desde 2017, edita a revista Quatro Cinco Um, especializada na cobertura de livros. Traduziu Zazie no Metrô, de Raymond Queneau, A espuma dos dias, de Boris Vian, e Persépolis, de Marjane Satrapi, entre outras obras. Em 1999, publicou Cabras – Caderno de viagem, com Antonio Prata, Chico Mattoso e Zé Vicente da Veiga, livro que em 2002 ganhou nova edição, com prefácio de Antonio Candido. Editou, com Chico Mattoso, a revista literária independente Ácaro. Trabalhou na Companhia das Letras e Cosac Naify, e foi o editor responsável pela criação do caderno Ilustríssima, da Folha de S. Paulo (2010-2013). Entre 2014 e 2016, foi curador de três edições da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). É membro da Comissão Consultiva da Universidade do Livro.
Programação
Local
Telefone
em 25 de março, 29 de abril, 27 de maio, 30 de junho
confira as sessões
16 de maio às 13h00
16 de maio às 15h00
17 de maio às 14h00
17 de maio às 16h00
23 de maio às 16h30
24 de maio às 15h00
de 02 de junho das 14h00 até 18 de agosto às 21h00